OID

Organización Interamericana de Defensoras y Defensores de las audiencias

INFORMATIVO OID

Mônica Bergamo: Entidades repudian declaraciones del director de la EBC para minimizar la Covid en la comunicación pública.

La OID (Organización Interamericana de Defensoras y Defensores de las Audiencias) e la ABI (Asociación Brasileña de Prensa) criticaron este martes 1° las declaraciones del director-presidente de la EBC (Empresa Brasil de Comunicación), Glen Lopes Valente, quien ha presionado a los canales de la estatal como la TV Brasil a reducir la cobertura periodística sobre la pandemia de Covid-19.

Como demostró en su columna, Valente afirmo durante una conversación con la jefatura de la empresa la semana pasada que es "molesto, aburrido" hablar de la crisis sanitaria diariamente y que la campaña de vacunación contra el virus "no es un asunto tan emocionante" para ser programado constantemente.

La EBC, que tiene bajo su gestión TV Brasil, Agencia Brasil r radios públicas es blanco de críticas internas y públicas de funcionarios que afirman tener censura del gobierno de Jair Bolsonaro (PL) en las redacciones de la empresa así como injerencia en las actividades periodísticas.

Para a OID, entidade presidida por Joseti Marques, ouvidora general de la EBC de 2014 a 2018 emitió una nota afirmando que "informar sobre la pandemia e todos los hechos relacionados no es una mera cuestión de programación televisiva, sino de prestación del servicio público a la población".

En el comunicado, la organización dice que "repudia con vehemencia la interferencia del director-presidente en la orientación periodística de los canales públicos de comunicación, principalmente la TV Brasil".

"Al considerar que el periodismo de las emisoras públicas debe seguir el modelo de algunas empresas comerciales, en las cuales prevalece que se vale de todo en la búsqueda por [rating] de audiencia, el director-presidente de la EBC demuestra no solo su desconocimiento sobre la importancia de la comunicación pública y su mandato constitucional, sino también su insensibilidad al considerar que las informaciones sobre la pandemia de Covid-19 y sus ramificaciones no deben ser noticiadas porque, según sus propias palabras, "es aburrido" hablar de crisis sanitaria". Afirma la OID.

Todavía de acuerdo con la nota, "la EBC es una empresa pública federal, creada para dar efectividad al principio constitucional de complementariedad entre el sistema público, privado y estatal de comunicación. Por lo tanto, a pesar de la flagrante desvirtuación de su misión bajo la gestión del gobierno actual, cabe a los canales (vehículos) de la EBC prioricen por atender, por encima de todo, el interés público".

La ABI también dijo repudiar las afirmaciones del director-presidente de la EBC e, en nota firmada por el presidente de la asociación, Paulo Jeronimo, recordó que la pandemia de Covid-19 ja mató a cerca de 630mil brasileiros.

"Para la ABI el acceso a la información para los ciudadanos es un derecho constitucional y los intentos de manipular el noticiario o, incluso, hasta censurarlo configuran un crimen contra el Estado de derecho democrático".

Las declaraciones de Glen Lopes Valente recomendaban la reducción del espacio dado a la pandemia en los canales de comunicación pública bajo el paraguas de la EBC.

"Yo pienso que se tienen que dar [las noticias], pero no todo el día, entendió? Pero todo el día es cansado porque... ¿otra ve?" Dijo Valente en esa ocasión. "Opino que una vez por semana, hacer un destaque de lo que está pasando. Todo el día estar hablando de la vacunación... no es un asunto interesante, ¿sabe?" declaró.

Él todavía comparó la pandemia de Covid-19 con el brite H1N1 "Que siquiera tuvo Tamiflu para la influenza, [la covid-19] tendrá alguna cosa [medicamento o tratamiento]" afirmó, minimizando la duración de la crisis.

De acuerdo con funcionarios, los comentarios de Valente no se restringen a la jefatura de los canales de la EBC - el también ha presionado a los equipos para un diario ligero - clasificando las ediciones que hablan de la crisis como un "diario pesado". Al ser buscada, la EBC respondió que no iría a dar declaraciones.

El director-presiente comparte en su perfil de Twitter publicaciones de ministros del gobierno sobre hechos de sus respectivos cargos/puestos y contenidos que exaltan la gestión federal y al presidente Bolsonaro,

Joelmir Tavares (interino) con Lígia Mesquita, Bianka Vieira e Manoella Smith

"Para a ABI, o acesso à informação pelos cidadãos é um direito constitucional, e a tentativa de manipular o noticiário ou, até mesmo, censurá-lo configura um crime contra o Estado democrático de Direito."

A fala de Glen Lopes Valente recomendava a redução do espaço dado à pandemia em veículos de comunicação pública sob o guarda-chuva da EBC.

"Eu acho que tem que dar, mas não todo dia, entendeu? Todo dia é chato. Entendeu? Porque... 'De novo?'", disse Valente na ocasião. "Acho [que tem] que, uma vez por semana, fazer um destaque do que está acontecendo. Todo dia ficar falando de vacinação... Sabe, não é um negócio emocionante", disse.

Ele ainda comparou a pandemia da Covid-19 (https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/coronavirus/) ao surto de H1N1 (https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/01/1-a-cada-4-testes-de-influenza-da-positivo- em-postos-de-saude-de-sp.shtml). "Que nem teve o Tamiflu para a influenza (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2021/12/surto-de-gripe-esgota-antiviral-tamiflu-em-farmacias.shtml), vai ter alguma coisa [medicamento para tratamento]", afirmou, minimizando a duração da crise.

Segundo funcionários, os comentários de Valente não se restringem à chefia dos veículos -ele também tem pressionado as equipes por um "jornal leve", classificando as edições que falam da crise como "jornal pesado". Procurada, a EBC diz que não irá comentar.

O diretor-presidente compartilha em seu perfil no Twitter postagens de ministros do governo sobre feitos de suas respectivas pastas e conteúdos que exaltam a gestão federal e o presidente Bolsonaro (https://www1.folha.uol.com.br/folha-


topicos/jair-bolsonaro).


JOELMIR TAVARES (interino), com LÍGIA MESQUITA, BIANKA VIEIRA e MANOELLA SMITH

A OID (Organização Interamericana de Defensoras e Defensores das Audiências) e a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) criticaram nesta terça-Mônica Bergamo é jornalista e colunista.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2022/02/entidades-repudiam-fala-de-diretor-da-ebc-para-minimizar-covid-na-comunicacao-publica.shtml


Entidades repudiam fala de diretor da EBC para minimizar Covid na comunicação pública

Organização de Defensoras e Defensores das Audiências e ABI criticaram interferência na cobertura

1º.fev.2022 às 18h56

feira (1º) as falas (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2022/02/diretor-da-ebc-diz-que-falar-de- covid-e-chato-e-pressiona-por-reducao-na-cobertura.shtml) do diretor-presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), Glen Lopes Valente (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/09/ex- diretor-do-sbt-e-indicado-para-assumir-comando-de-estatal-federal-de-comunicacao.shtml), que tem pressionado os veículos da estatal, como a TV Brasil, (https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/01/comunicacao- publica-agoniza-mas-nao-morre.shtml) a reduzirem a cobertura jornalística sobre a pandemia da Covid-19 (https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/coronavirus/).


TV Brasil transmite fala do presidente Jair Bolsonaro em evento na Fiesp, em dezembro de 2021 - TV Brasil no Twitter

Como mostrou a coluna (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2022/02/diretor-da-ebc-diz-que- falar-de-covid-e-chato-e-pressiona-por-reducao-na-cobertura.shtml), Valente afirmou, durante uma conversa com a chefia da empresa na semana passada, que "é chato" falar da crise sanitária (https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/01/setor-de-servicos-se-recupera-mas-crise-sanitaria-e- risco-para-2022.shtml) diariamente e que a campanha de imunização contra o vírus (https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/01/nova-fase-da-campanha-vacina-sim-incentiva-a-imunizacao-de- criancas.shtml) "não é um negócio emocionante" para ser veiculado constantemente.

A EBC (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2021/03/ministro-diz-que-decisao-de-privatizar-ebc-nao-esta- tomada.shtml) -que tem sob sua gestão a TV Brasil, a Agência Brasil e rádios públicas- é alvo de críticas internas e públicas de funcionários, que afirmam haver censura do governo Jair Bolsonaro (PL)


(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2021/02/jornalistas-denunciam-censura-do-governo-bolsonaro-na-ebc-e-

distorcao-de-noticias-sobre-a-covid-19.shtml) nas redações da empresa e ingerência nas atividades jornalísticas (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2020/09/dossie-mostra-censura- e-governismo-em-reportagens-da-ebc-ligada-ao-governo-federal.shtml).

Para a OID, entidade que é presidida por Joseti Marques, ouvidora-geral da EBC


de 2014 a 2018 (https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/01/comunicacao-publica-agoniza-mas-nao-morre.shtml), emitiu nota afirmando que "informar sobre a pandemia e todos os fatos relacionados não é uma mera questão de programação televisiva, mas de prestação de serviço público à população".

No comunicado, a organização diz que "repudia com veemência a interferência do diretor-presidente na orientação jornalística dos veículos públicos de comunicação, principalmente a TV Brasil".

"Ao considerar que o jornalismo de emissoras públicas

(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2021/06/apos-criticas-a-cobertura-de-manaus-e-biden-ebc-deixa-de-publicar- relatorios-bimestrais-de-ombudsman-em-seu-site.shtml) deve seguir o modelo de algumas empresas comerciais, nas quais prevalece o vale tudo na busca por audiência, o diretor- presidente da EBC demonstra não apenas desconhecimento da importância da comunicação pública e sua previsão constitucional, mas também insensibilidade ao considerar que informações sobre a pandemia de Covid-19 e seus desdobramentos não devam ser noticiadas porque, segundo suas próprias palavras, 'é chato' falar de crise sanitária", afirma a OID.

Glen Lopes Valente, diretor-presidente da EBC - Alan Santos-2.dez.2019/Presidência da República


Ainda segundo a nota, "a EBC é uma empresa pública federal, criada para dar efetividade ao princípio constitucional de complementaridade entre o sistema público, privado e estatal de comunicação. Portanto, apesar do flagrante desvirtuamento de sua missão sob a gestão do atual governo, cabe aos veículos da EBC primarem por atender, acima de tudo, ao interesse público".

A ABI também disse repudiar as afirmações do diretor-presidente da EBC e, em nota assinada pelo presidente da associação, Paulo


(https://www1.folha.uol.com.br/autores/paulo-jeronimo-de-sousa.shtml)Jeronimo (https://www1.folha.uol.com.br/autores/paulo-jeronimo-de-sousa.shtml), lembrou que a pandemia de Covid-19 já matou cerca de 630 mil brasileiros.




Las y los miembros de OID se solidarizan con las familias de las víctimas y se suman al reclamo de distintas organizaciones de periodistas y de derechos humanos para que se esclarezcan los crímenes y se asegure el ejercicio libre de la profesión.

El domingo 23 de enero, Lourdes Maldonado fue encontrada dentro de su auto con un disparo en la sien en la ciudad de Tijuana, cinco días después de haberle dedicado su programa de radio y televisión a Martínez Esquivel. "Para todos nosotros ha sido un shock (...). En el microsegundo que él abrió la puerta (de su auto) y se agachó para dejar su material, pum, le dieron el balazo en la cabeza. Si eso no es planeado y no es cazado, no sé cómo lo llamarían ustedes (...). Todos estamos exigiendo que no quede impune su asesinato", había afirmado ese día en vivo la reportera.

En 2019 ella le había pedido directamente al presidente Andrés Manuel López Obrador protección. Al momento de su asesinato, Maldonado se encontraba en el "Mecanismo para la Protección de Personas Defensoras de Derechos Humanos y Periodistas de la Secretaría de Gobernación", por lo que su muerte pone de manifiesto la vulnerabilidad en la que trabajan los y las periodistas mexicanas.

Además del asesinato de Maldonado y Martínez Esquivel, siete días antes, el director del diario digital Inforegio, José Gamboa Arenas, había sido asesinado en el puerto de Veracruz. Ya son 47 los reporteros asesinados por ejercer su trabajo en el últimos cinco años. Estos hechos vulneran el Derecho a la Información, al ser la forma más vil de la censura; contravienen de igual manera la posibilidad de las audiencias de obtener visiones críticas y objetivas.

Los atentados contra periodistas ocurridos durante el primer mes del año en México, ponen en evidencia que uno de los retos más significativos y urgentes para la libertad de expresión es la voluntad de las autoridades, para la implementación de un conjunto de estrategias urgentes, coordinadas, integrales, efectivas y coherentes en materia de prevención, protección a periodistas que pongan un alto a la impunidad.

Periodismo, profesión de riesgo en México

OID CONDENA ASESINATO DE PERIODISTAS

La Organización Interamericana de Defensoras y Defensores de las Audiencias (OID) advierte sobre el riesgo que representa el trabajo periodístico en México, donde fueron asesinados recientemente dos periodistas, Lourdes Maldonado y José Luis Gamboa Arenas y un reportero gráfico, Margarito Martínez Esquivel, esto se suma a La organización expresa preocupación por la ineficiencia oficial para prevenir esos crímenes.

El ejercicio del periodismo es fundamental para el desarrollo de la democracia. Atentar contra la vida de los trabajadores y las trabajadoras de prensa es un acto repudiable que conlleva además un intento de silenciamiento que no se puede permitir.



DECLARTORIA OID 2021

Colombia, septiembre 2021

La pandemia por Covid-19 que ha azotado al mundo durante buena parte de 2020 y 2021 ha dejado en evidencia las desigualdades comunicacionales históricamente denunciadas e ignoradas: falta de acceso a los servicios de comunicación e internet, a la calidad en las emisiones, a los dispositivos, a la alfabetización comunicacional e informacional y a la igualdad por géneros.

Urgen políticas públicas reparatorias y con justicia social para que no sean las situaciones educativas, socioeconómicas o geográficas las que se conviertan en barreras discriminatorias para el ejercicio del derecho humano a la comunicación.

Asimismo, las lógicas de producción mercantilistas han puesto en riesgo a la población a partir de la difusión de información inexacta, desinformación o sobreinformación sin la mirada crítica necesaria ni las metodologías y deontologías periodísticas fundamentales para impedir fenómenos como la Infodemia y las Fake News.

El siglo XXI y sus desafíos comunicacionales y socio políticos requieren de un periodismo profesional, ético y especializado, sobre todo, en derechos humanos, ciencia, educación, niñez y adolescencia, salud, migraciones, discapacidad, política, crimen organizado y medio ambiente.


DERECHOS DE AUDIENCIAS EN LATINOAMÉRICA

ARGENTINA

En cuanto a la situación de la Argentina, resulta auspicioso que se hayan revitalizado los medios públicos, el Enacom y la Defensoría del Público. Sin embargo, no existe legislación alguna sobre plataformas de video e internet, derechos de rectificación y respuesta, publicidad oficial, derechos digitales y derechos de las Audiencias.

Es de celebrar la construcción colectiva del primer Código de Ética de la Televisión Pública, y a su vez de todo el país, pero se considera vital la multiplicación de experiencias en ese sentido y la recuperación plena de la Ley de Servicios de Comunicación Audiovisual, como base fundamental para una comunicación democrática.

Puede reconocerse como un avance la determinación gubernamental de considerar servicios públicos esenciales en competencia a la telefonía móvil y fija, Internet y la TV por cable, y establecer la Prestación Básica Universal y Obligatoria (PBU) para garantizar a la población el acceso a través de ella a la comunicación, a la educación, al trabajo y a la salud.

Sin embargo, como consecuencia de las políticas neoliberales de 2015 a 2019, se atraviesa la mayor concentración comunicacional de su historia. Aún no se han tomado las medidas urgentes y necesarias para revertirlo.

BRASIL

En Brasil, causa preocupación a la OID la implementación de medidas autocráticas que incluyen el uso de medios públicos para la promoción de gobernantes, condiciones inadecuadas para las/os trabajadoras/es y para la participación de las audiencias, incluyendo a las Defensorías u Ouvidorías, denuncias de acoso en el ambiente profesional y violencia en contra de profesionales de la comunicación.

Tras la llegada al poder en 2019 de un gobierno de ultraderecha, se eliminaron no solo los avances y logros sociales que tanto costó conseguir, sino que además se negó la importancia de la ciencia y se desinvirtió en universidades y centros de investigación. La cultura ha sido fuertemente atacada, al igual que se están desfigurando los organismos contra la discriminación racial y la defensa de la mujer. Por no hablar de acciones del gobierno federal en contra de las vacunas que podrían frenar la pandemia de Covid-19 en el país, contribuyendo a acumular un doloroso balance de casi 600.000 muertes registradas hasta este mes de septiembre.

La proliferación de noticias falsas gana fuerza a través del fomento presidencial de milicias digitales. El Senado brasileño y el Tribunal Supremo (STF) han sido la barrera de contención de los arrebatos golpistas impulsados por el presidente Jair Bolsonaro.

Los mecanismos de transparencia, como la Ley de Acceso a la Información (LAI), instituida durante el gobierno de la presidenta Dilma Rousseff, han sido lentamente desmantelados. El sistema público de comunicación, inaugurado bajo el mandato del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, en cumplimiento de un precepto constitucional, está amenazado de extinción, con la intención de privatizar o incluso extinguir a la Empresa Brasil de Comunicação (EBC). El sistema público de radio, la Agência Brasil y TV Brasil están bajo presión permanente para convertirse en un servicio de propaganda gubernamental.

Tras el golpe contra la presidenta Dilma Rousseff, la Ouvidoria (Defensoría de las audiencias) de EBC no ha tenido las condiciones para cumplir su misión. En los últimos dos años, la situación empeoró con restricciones a la publicación de sus informes. Por otro lado, merece ser destacada la movilización de trabajadores/as, organizaciones sociales y académicas/os en defensa de los medios de comunicación públicos, incluyendo el lanzamiento en diciembre de 2020 de la "Ouvidoria Cidadã da EBC", con informaciones de sus actividades, disponibles en https://ouvidoriacidadaebc.org. Iniciativas como ésta deben ser reforzadas y apoyadas por la OID.

En síntesis, lo que se exige es que cesen las amenazas a los medios públicos de comunicación que forman la EBC. Ésta no pertenece al gobierno sino al público y, por lo tanto, a todos los ciudadanos y las ciudadanas de Brasil.

MÉXICO

En el caso de México, reconocemos el trabajo de la Asociación Mexicana de Defensorías de las Audiencias (AMDA) y su actuación fundamental en la defensa de los derechos de las audiencias. Exhortamos, a que la Sentencia del amparo resuelta por la Suprema Corte de Justicia de la Nación, el pasado 12 de mayo de 2021, sea cumplida por autoridades, medios de comunicación y actores involucrados, en beneficio de las audiencias, en apego a la Constitución y en cumplimiento, específicamente de sus artículos primero y sexto.

Rechazamos las campañas de desinformación que se difundieron en los meses de mayo y junio en torno a los alcances del referido amparo y en torno a los exdefensores y defensoras de audiencias que directamente lo interpusieron. Asimismo, demandamos que los servicios informativos de los medios de comunicación, en apego al rigor periodístico y la ética, contrasten las versiones y den voz a todos los involucrados.

Es importante enfatizar que el cumplimiento cabal de la sentencia abonará al fortalecimiento de los derechos de las audiencias, a dotarlos claramente de una autoridad garante y establecer prácticas estandarizadas en sus mecanismos de defensa. De no atenderse, estaríamos ante un retroceso en materia de derechos humanos en detrimento de la ciudadanía.


COLOMBIA

El cubrimiento de las manifestaciones sociales en los meses de abril y mayo de 2021 dejó al descubierto una falta de pluralidad informativa, de representación efectiva de las juventudes y un activismo partidario disfrazado de periodismo que vulnera los derechos de las audiencias a una información veraz.

La proximidad de los comicios en el año 2022 presenta un nuevo reto informativo, el cual consiste en brindar elementos de análisis sobre los programas de gobierno, hoja de vida de los candidatos, detalles del origen de su financiación y grupo que los apoya, de tal manera que los ciudadanos tengamos la oportunidad de escoger de manera argumentada a nuestros representantes.

Por otra parte, la radiodifusión en Colombia no cuenta con una legislación tan trabajada en materia de derechos de sus audiencias y cada vez se diluye más en la mirada hacia lo digital.

El reto de las defensorías de audiencias en Colombia y en el resto del mundo es recordar la esencia de los medios de comunicación, la responsabilidad social y el derecho a contar con información solidaria, plural, equitativa, incluyente, respetuosa de los derechos de las audiencias.

Por todo ello:

Exhortamos a organismos y autoridades de aplicación de legislaciones del campo de la comunicación, así como a licenciatarios, concesionarios y responsables de servicios de comunicación que incorporen Defensorías de las Audiencias, del Público y Ouvidorias para contribuir a la erradicación de la Infodemia y las Fake News.

Reclamamos a las autoridades políticas, así como a instituciones, organizaciones sociales y medios de comunicación a que extremen las medidas a su alcance para erradicar los discursos de odio y discriminación por etnia, clase, sexo y géneros, ideologías, estética y creencias religiosas o cualquier otra que atente contra la dignidad humana y tenga por objeto anular o menoscabar los derechos y libertades de las personas;

Recomendamos la incorporación de periodistas con especialización en Ciencia y capacitación constante a trabajadores de prensa y comunicadores sobre el periodismo y la comunicación de riesgo, así como la inversión en las herramientas y elementos necesarios para poder realizar coberturas responsables de pandemias, epidemias, desastres, catástrofes y emergencias.

Las democracias están en riesgo en América Latina si no se estructura la desconcentración comunicacional, la promoción de la diversidad y sostenibilidad de medios universitarios, comunitarios, alternativos y populares y la corregulación de plataformas y nuevas tecnologías de la información y la comunicación.

Los derechos digitales deben garantizarse con control y participación ciudadana. A la vez, que los medios de propiedad o gestión estatal deberían tener misiones y funciones de servicio público, garantizándose la independencia editorial con respecto al gobierno de turno.

La representación de las juventudes en los medios de comunicación y plataformas digitales de contenidos debe ser plural, activa, incluyente, participativa. No obedecer a estereotipos, ni generalizar puntos de vista como si se tratara de una masa y no de colectivos, con intereses y gustos particulares.

Celebramos la elección de Joseti Marques como nueva presidenta de la Organización Interamericana de Defensoras y Defensores de las Audiencias, en acto llevado a cabo el día 17 de septiembre de 2021. Joseti es periodista, doctora en Comunicación y Cultura y ex-Defensora de Audiencias de la Empresa Brasil de Comunicação (EBC).


VI CONGRESO LATINOAMERICANO 

DE LA ORGANIZACIÓN INTERAMERICANA DE DEFENSORAS Y DEFENSORES DE LAS AUDIENCIAS

Derechos de las audiencias: Jóvenes, representación y participación

¿Se sienten representadas las juventudes en las redes sociales y los medios de comunicación? VI Congreso Latinoamericano OID, 15 y 16 de septiembre, un espacio para compartir miradas sobre los derechos de las audiencias en américa latina.

VI CONGRESO LATINOAMERICANO DE LA ORGANIZACIÓN INTERAMERICANA DE DEFENSORAS Y DEFENSORES DE LAS AUDIENCIAS OID

Colombia 2021

Derechos de las audiencias jóvenes, representación y participación

Transmisión por Fan page OID: https://www.facebook.com/OIDAudiencias


VI CONGRESO LATINOAMERICANO OID. SEPTIEMBRE 15 y 16

Representación de las juventudes en redes y medios de comunicación

MIÉRCOLES 15 de septiembre

Mañana.

Transmisión por las redes sociales de la Facultad de Comunicación Social de la Universidad Pontificia Bolivariana (https://www.facebook.com/FACOMUPBBGA ) y Fan Page OID (https://www.facebook.com/OIDAudiencias )

8:00 SALUDO DE APERTURA: Alfredo Álvarez (Director Facultad de Comunicación Social UPB). Videos UPB y OID

8:30 - 9:30 CONFERENCIA: REPRESENTACIÓN DE LAS AUDIENCIAS JÓVENES EN LOS MEDIOS PÚBLICOS DE ARGENTINA.

Invitada: Dra. Cynthia Ottaviano

10:00 - 11:30 CONVERSATORIO: DERECHOS DE LAS AUDIENCIAS JÓVENES EN CUBRIMIENTOS DE MANIFESTACIONES SOCIALES. CASO COLOMBIA

Panelistas: Consuelo Cepeda (Defensora del televidente/Canal RCN), Eduardo Arias (Defensor del televidente/Señal Colombia), Diana Gutiérrez (Defensora del televidente/Telepacífico). Modera: Mario Mantilla (Presidente de la OID y Defensor del Televidente/Canal TRO)

Tarde.

Transmisión en directo por la primera pantalla del Canal TRO y streaming (https://canaltro.com/ ) su Fan page (https://www.facebook.com/canaltro )

También por la Fan page OID (https://www.facebook.com/OIDAudiencias )

2:30 - 4:30 DERECHOS AUDIENCIAS Y SU REGLACIÓN EN AMÉRICA LATINA: Adriana Solórzano y Gabriel Sosa (México), Miriam Lewin (Argentina) y Joseti Marques (Brasil) y Mario Morales (Colombia)

4:30 - 5:30 BALANCE OID EN TIEMPOS DE CUARENTENAS POR COVID 19

Mario Mantilla (Presidente OID y Defensor del Televidente/Canal TRO)

PRESENTACIÓN NUEVOS MIEMBROS

POSTULACIONES A LA PRESIDENCIA

JUEVES 16 DE SEPTIEMBRE

Transmisión por la plataforma de la Comisión de Regulación de Comunicaciones de Colombia CRC (https://www.crcom.gov.co/es/pagina/inicio ) y Fan page OID (https://www.facebook.com/OIDAudiencias )

Mañana.

8:00 - 10:00 DERECHOS DE LAS AUDIENCIAS JÓVENES EN CONTEXTOS DE PANDEMIA: Miriam Lewin (Argentina). Josefina Hernández, Antonio Zavaleta e Hilda Saray (México), Fernando Oliveira Paulino (Brasil) Amparo Pérez (Colombia).

10:30 - 11:30 HÁBITOS DE CONSUMO AUDIOVISUAL DE LOS NIÑOS Y ADOLESCENTES EN COLOMBIA - PRÁCTICAS DE MEDIACIÓN PARENTAL. Mariana Viña (Comisión de Regulación de Comunicaciones de Colombia)

Tarde.

2:00 - 3:00 pm IMPLEMENTACIÓN DEL CÓDIGO DE ÉTICA PARA MEDIOS PÚBLICOS: Cynthia Ottaviano (Argentina) Transmisión por la página de la Fundación GABO (https://fundaciongabo.org/es) y fan page OID (https://www.facebook.com/OIDAudiencias)

4:00 - 6:00 PM REUNIÓN GENERAL MIEMBROS OID.

Transmisión Fanpage OID (https://www.facebook.com/OIDAudiencias )

RECONOCIMIENTOS A Beatriz Solís Leree por su legado en favor de los Derechos de las audiencias y a Gabriel Levy por su aporte a la formación de audiencias críticas (PALABRAS de los dos)

DECLARATORIA 2021 SOBRE DERECHOS AUDIENCIAS JÓVENES.

DESIGNACIÓN DE PRESIDENTE. Transmisión por la fan page OID

LA COMUNICACIÓN COMO DERECHO HUMANO

Libertad de expresión y responsabilidad social

Derechos de las audiencias

Como ciudadanos tenemos el derecho de expresarnos libremente, pero también el deber de hacerlo con responsabilidad. 

En ocasiones se vulnera este y otros derechos de personas o grupos sociales a través de mensajes o formatos emitidos en los medios de difusión colectiva.

Lo importante es reconocer cuáles son esos derechos y hacerlos valer.


Mecanismos de participación ciudadana

Existen vías legales si se afecta la honra de algún ciudadano debido a la publicación o emisión de una información, imagen, audio o contenido inapropiado.

Puede acudir a las autoridades competentes en casos de calumnia o injuria.

Si se incumplen derechos como televidente, radioescucha, lector de medios impresos o virtuales, existen las Defensorías de audiencias.

Defensorías de las audiencias

Las Defensorías de las audiencias son espacios de participación creados para que los ciudadanos expresen sus inquietudes sobre lo que ven o escuchan en los medios de comunicación.

Los defensores de las audiencias son las personas encargadas de estudiar los comentarios o quejas, ponerlos a consideración de los responsables del medio y generar una respuesta efectiva.

Organizaciones aliadas

Preguntas, quejas, reclamos y sugerencias

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